Talento não é currículo. É atitude.
Um manifesto sobre equipas, compromisso e o que
procuramos na DWF.
Dou muitas vezes por mim a refletir sobre o quanto mudou o mercado de trabalho.
No meu tempo — sim, vou usar essa expressão — era diferente.
Não vou entrar na conversa fácil do “no meu tempo é que era”.
Isso seria simples demais.
Mas era, de facto, diferente.
Havia uma relação muito clara com o trabalho:
abraçar projetos, vestir a camisola, ir um pouco mais além.
Não porque alguém mandava.
Mas porque a reputação se construía assim.
Projeto a projeto.
Desafio a desafio.
Hoje o contexto mudou. E isso também é natural.
As carreiras são mais fluidas.
As pessoas procuram mais equilíbrio.
E o mercado está muito mais aberto.
Nada contra.
Mas há algo que, honestamente, me faz pensar.
O grau de compromisso tornou-se um desafio maior.
E numa área como a nossa — engenharia, fiscalização, gestão de obra —
isso faz toda a diferença.
Técnica é essencial. Mas já não chega.
Não há volta a dar:
competência técnica continua a ser fundamental.
Conhecimento.
Experiência.
Percurso.
Projetos entregues.
Tudo isso conta.
E muito.
Mas hoje, para mim, há outras perguntas que pesam ainda mais.
Perguntas como:
- O que realmente motiva esta pessoa?
- Até onde está disposta a ir para resolver um problema?
- Como reage quando as coisas não correm como planeado?
- Consegue trabalhar em equipa?
- Sabe ouvir?
- Sabe comunicar?
E talvez a pergunta mais importante de todas:
Vê a sua carreira como um projeto de vida ou apenas como uma boia de salvação
temporária?
Carreira como empreendedorismo pessoal
Há uma ideia que valorizo muito.
Cada carreira é um projeto de empreendedorismo pessoal.
Não significa abrir empresas.
Significa assumir responsabilidade.
Pelo próprio crescimento.
Pelo próprio impacto.
Pela própria reputação.
Significa perceber que cada projeto em que participamos deixa uma marca.
Nos clientes.
Nos colegas.
No mercado.
E, claro, em nós próprios.
O que realmente diferencia alguém hoje
Na DWF procuramos pessoas com capacidade técnica.
Mas procuramos sobretudo pessoas com atitude.
Pessoas que tragam:
- Resiliência – porque os desafios aparecem sempre
- Sentido de responsabilidade – porque os projetos são reais
- Espírito de equipa – porque ninguém constrói nada sozinho
- Capacidade de comunicação – porque engenharia também é diálogo
- Respeito – pelo trabalho, pelos colegas e pelos clientes
E algo que considero essencial:
orgulho no que se faz.
Orgulho genuíno.
Daquele que nos faz querer entregar melhor.
Sempre.
Cultura não se escreve. Vive-se.
A cultura de uma empresa não está nos PowerPoints.
Está nas decisões do dia a dia.
Na forma como lidamos com os problemas.
Na forma como tratamos as pessoas.
Na forma como celebramos as conquistas.
Na DWF estamos a construir uma equipa com uma visão muito clara:
- projetos assumidos com responsabilidade
- relações baseadas em confiança
- crescimento partilhado
Aqui não há espaço para quem quer apenas “passar por cá”.
Mas há muito espaço para quem quer construir algo.
Um convite claro
Se procuras apenas um emprego, provavelmente há muitas opções no mercado.
E ainda bem.
Mas se procuras algo diferente — um espaço para crescer, contribuir e deixar marca — então talvez devêssemos conversar.
Na DWF valorizamos quem:
- pensa pela própria cabeça
- assume responsabilidade
- trabalha com respeito e espírito de equipa
- encara a carreira como um desafio de superação
Porque no fim do dia, os projetos passam.
Mas a reputação fica.
E essa constrói-se todos os dias.
Projeto a projeto.
Pessoa a pessoa.
— Tiago Granja
CEO, DWF